Conselho Consultivo

 

Alberto Damasceno

Alberto DamascenoPossui graduação em Arquitetura pela Universidade Federal do Pará (1983), mestrado em Educação (Escolar Brasileira) pela Universidade Federal de Goiás (1991) e doutorado em Educação (Currículo) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1998). É professor associado IV da Universidade Federal do Pará. Desenvolve estudos na área da Educação com ênfase em História da Educação e Planejamento Educacional. Atualmente é Coordenador do Grupo de Pesquisas Laboratório de Planejamento da Educação Municipal (LAPEM) vinculado ao Instituto de Ciências da Educação da UFPA.


MokarzelAntônio Mokarzel

Economista, com especialização em Análise de Sistemas, trabalhando na área de tecnologia desde 1979. Trabalha com Internet desde 1995, como empreendedor e desenvolvedor. Já exerceu diversos cargos na Prodepa, empresa estadual de TIC, como gerência de microinformática, assessoria da presidência em várias administrações, assessor técnico do Governador do Estado, gerente de Desenvolvimento de Sistemas Específicos, gerente de Marketing, analista de sistemas, com ênfase em arquitetura de informação e, atualmente, Analista de Mídias Digitais. Atua também como empreendedor, desenvolvendo projetos próprios na Internet, como o site belemdopara.com.br, vencedor do iBest Regional Pará em 2001 e líder no segmento de guias na internet no Estado do Pará. Hoje é responsável pela área de negócios na empresa Guia Local.Especializações: web marketing, usabilidade, acessibilidade, web-based projects, arquitetura de informação, web analytics, branding, social media, social location marketing


João MeirellesJoão Meirelles Filho

Empreendedor social e escritor e reside em Belém, Pará. É profissional em captação de recursos há 30 anos, um dos mais antigos profissionais da área em exercício. Há 15 anos, desde sua fundação, é diretor do Instituto Peabiru, organização sem fins lucrativos cuja missão é valorizar a diversidade cultural e ambiental e apoiar processos de transformação social na Amazônia . Para tanto, trabalha na facilitação e fortalecimento de capacidades humanas de associações de agricultura familiar, pescadores, ribeirinhos, quilombolas e grupos e povos tradicionais da Amazônia Oriental. Como escritor destaca-se o Livro de Ouro da Amazônia, da Editora Ediouro, e Grandes Expedições à Amazônia Brasileira, vol I 1500 a 1930, vol II século XX, pela Editora Metalivros, entre outras 9 obras. É membro do Fórum Amazônia Sustentável. Recebeu o 1o Lugar na Categoria Social, do Prêmio Samuel Benchimol, do Banco da Amazônia, em 2012 e, novamente, em 2013.


José Heder Benatti

Formado em Direito pelo Centro de Ciências Jurídicas pela Universidade Federal do Pará (1986), mestre em Direito e instituições jurídica e social da Amazônia pela Universidade Federal do Pará (1996) e doutor em ciência e desenvolvimento socioambiental pelo Núcleo de Altos Estudos Amazonicos da Universidade Federal do Pará (2003). Atualmente é pesquisador do CNPq e Professor Adjunto IV da Universidade Federal do Pará e Diretor Adjunto do Instituto de Ciências Jurídicas da UFPA. Tem experiência na área de Direito, com ênfase em Direito de Propriedade e Meio Ambiente, atuando principalmente com os seguintes temas: Amazônia, populações tradicionais, unidade de conservação, regularização fundiária e posse agroecológica.


Liliana Enriqueta Lavoratti

Nasceu dia 4 de março de 1960, em Alto Paraná, no Paraná. Aos 18 anos, procurava emprego na cidade de Cascavel, quando soube que o jornal O Paraná estava selecionando estagiários. Candidatou-­se, foi aprovada e só seis anos mais tarde foi cursar Jornalismo na Faculdade de Meios de Comunicação (FAMECO) da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS) . Enquanto estudava, realizou um trabalho de comunicação popular e sindical, em especial junto ao sindicatos de trabalhadores rurais e urbanos interessados em melhorar suas ferramentas de comunicação junto às bases e à sociedade em geral, para melhor comunicar suas propostas. Na época, fez parte da equipe do Jornal do Movimento dos Sem Terra. Trabalhou na Folha de Londrina, onde conquistou o Prêmio Paraná de Jornalismo com a matéria A fuga dos Sem Terra, em 1983. Foi para Curitiba, onde trabalhou como repórter na sucursal do jornal O Estado de S.Paulo e a seguir no Jornal Indústria e Comércio, onde definiu seu interesse pela área de economia e negócios. Mudou-­se para Brasília, onde atuou como repórter especial de Economia nos jornais Folha de S.Paulo e Gazeta Mercantil e como repórter especial de Economia e Política no jornal O Estado de S.Paulo. Em Brasília, foi também diretora de atendimento na FSB Comunicações e trabalhou na assessoria de imprensa da então ministra do Turismo Marta Suplicy. Em São Paulo, fez trabalhos independentes como assessora de imprensa. Editou a revista Conjuntura Econômica, da Fundação Getúlio Vargas no Rio de Janeiro, onde publicou a matéria Marco Regulatório do Pré­-Sal­ Debate salgado, que lhe rendeu dois prêmios: da ONIP­Organização Nacional da Indústria do Petróleo e da Case New Holland ­CNH­de Jornalismo Econômico. Foi finalista do 13o Prêmio Imprensa Embratel com a matéria Convergência Tecnológica­ Tendências das Telecomunicações no Brasil, publicada na revista Conjuntura Econômica/ 2011. Já lecionou Jornalismo Econômico na Fundação Cásper Líbero, em São Paulo, e na Universidade de Brasília (UNB). No jornal Diário Comércio e Indústria, onde é editora­chefe, além de economia e finanças, trata também de política e sustentabilidade na coluna que assina diariamente. Nos últimos anos, vem fazendo formação em Psicanálise.


GordoMarcelo Gordo

Possui graduação em Ciências Biológicas pela Universidade Estadual de Campinas (1989), mestrado em Biologia (Ecologia) pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (1998) e doutorado em Zoologia pelo Museu Paraense Emílio Goeldi (2012). Atualmente é professor assistente da Universidade Federal do Amazonas. Tem experiência na área de Ecologia, atuando principalmente nos seguintes temas: Amazônia, Saguinus bicolor, conservação, herpetofauna e primatas.


Márcio Meira
Atualmente é Assessor Especial do Ministério da Educação ­ MEC e doutorando em Memória Social na UNIRIO. Entre março de 2007 e abril de 2012 foi presidente da Fundação Nacional do Índio FUNAI. É pesquisador de carreira do Museu Paraense Emílio Goeldi, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Foi Secretário de Articulação Institucional e Secretário de Patrimônio, Museus e Artes Plásticas do Ministério da Cultura (2003­2007). Foi também diretor do Arquivo Público do Estado do Pará (1995­1997) e presidente da Fundação Cultural do Município de Belém FUMBEL (1998­2002). É graduado em Língua e Literatura Francesa pela Aliança Francesa/Universidade de Nancy, França (1983) e em História pela Universidade Federal do Pará UFPA (1987). É mestre em Antropologia Social pela Universidade Estadual de Campinas UNICAMP (1993). Atuou na demarcação das terras indígenas do alto e médio rio Negro (Amazonas) no início da década de 1990.


ChikaokaMiguel Chikaoka

Engenheiro eletrotécnico graduado pela Universidade de Campinas, iniciou na fotografia em Nancy, na França, onde morou entre 1976 a 1979. A partir de 1980 instala-se em Belém do Pará, onde se engaja como fotógrafo nos movimentos políticos e culturais emergentes Produziu reportagens e documentários para o Jornais “Movimento” e “Resistência” da Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos. Foi colaborador da Agencia F4 e integrou o corpo editorial das Revistas “Cuíra” da Universidade Popular de Belém do Pará e “Gibi” com a Agência Emaús. Trabalhou com o Movimento Nacional de Meninos e Meninos de Rua e a Unicef na realização de um documentário sobre a Realidade da Criança e do Adolescente no Interior da Amazônia. Em 1984, com o apoio da Fundação de Amparo ao Desenvolvimento da Pesquisa da Universidade Federal do Pará e a Fundação Nacional da Arte do Ministério da Cultura, idealizou e coordenou o projeto “FotoAtiva”, um programa de fomento ao ensino, pesquisa e difusão da atividade fotográfica na região, cujo desdobramento levou Belém a se projetar como uma das mais importantes referencias no contexto da fotografia brasileira Atento aos paradigmas educacionais emergentes, estuda e experimenta metodologias com dispositivos inovadores que repercutem para além das fronteiras do estado do Pará. Atualmente dirige a Agência Kamara Kó Fotografias, da qual é sócio fundador e trabalha com reportagens e documentários com foco nas cenas da Amazônia.


Sem nomeRoberto Araújo

Possui graduação em Curso de História pela Universidade Federal do Pará (1981), mestrado em Maîtrise d Ethnologie – Université de Paris X, Nanterre (1986) e doutorado em Ethnologie -Université de Paris X, Nanterre (1993). É pesquisador titular do MCT, tendo trabalhado no Museu Paraense Emílio Goeldi entre 1988 e 2009, onde chefiou o Departamento de Ciências Humanas entre 1997 e 2002. Atualmente, está lotado no Centro de Ciências do Sistema Terrestre (CST) no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Tem experiência na área de Antropologia, atuando principalmente nos seguintes temas: ocupação humana da Amazônia, antropologia rural, instituições e mudança social.