A volta da “lista suja” do trabalho escravo

Diante da liminar concedida pelo Supremo Tribunal Federal proibindo o governo federal de divulgar a “lista suja” do trabalho escravo, a lista volta a aparecer, com base na Lei de Acesso à Informação, via solicitação para que o Ministério do Trabalho e Emprego fornecesse os dados dos empregadores autuados e que tiveram decisão administrativa transitada em julgado, entre dezembro de 2012 e dezembro de 2014.          Continuar lendo.

Trabalho Escravo

Trabalhadores mostram aos jornalistas a indenização paga pela Pagrisa, empresa do setor sucroalcooleiro do Pará, autuada pelo grupo móvel do Ministério do Trabalho durante operação de combate ao trabalho escravo.
Formado por seis auditores, um procurador e cinco agentes da polícia federal, o grupo móvel chegou à empresa através de denúncias anônimas e constatou, de acordo com Humberto Célio, coordenador da operação, que 1.108 trabalhadores eram submetidos à jornada excessiva de trabalho,  atraso de salários, alojamentos superlotados, esgotos a céu aberto, entre outros problemas, configurando condição de trabalho análogo ao escravo.
Ulianópolis, Pará, Brasil.  03/07/2007
Foto Paulo Santos

Autor: Paulo Santos

Fotógrafo documentarista com sólida experiência em coberturas jornalísticas.

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