Norte: no rabo da fila

Por Lúcio Flávio Pinto

O faturamento da agropecuária brasileira neste ano, até novembro, foi a segunda maior desde o início da série estatística, em 1990. Somando 523,6 bilhões de reais, ficou R$ 10 bilhões abaixo do valor alcançado em 2015, que foi de 533,1 bilhões. As lavouras tiveram um valor bruto da produção de R$ 340,6 bilhões, e a pecuária, R$ 183 bilhões, segundo os dados divulgados hoje pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

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Gado - Fazenda para descanso de gado durante transporte para embarque ou abate, rod Pa 150 Mojú, Pará, Brasil. 11/11/2010. Foto Paulo Santos


Acervo H

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Fazendo Arte com os Suruí

No meio da mata, fotógrafo francês faz projeção 3D mapping para índios Suruís


O fotógrafo francês Philippe Echaroux retratou  índios Suruí em Rondônia para o projeto “A Floresta de Sangue”, e fez projeção 3D mapping dos personagens indígenas como forma de denunciar o desmatamento.

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Conheça a etnia >>    Surui Paiter


Première Mondiale: du Street Art au coeur de la Forêt Amazonienne – World First Street Art in the Rainforest. from pays-imaginaire.fr on Vimeo.
>>Philippe Echaroux

Pensadores da fotografia com Simonetta Persichetti

Blog da Biblioteca da ECA-USP

Entre abril e julho de 2011 a bibliotecária Sarah Lorenzon Ferreira participou do curso Pensadores da fotografia promovido pelo MAM, ministrado pela professora Simonetta Persichetti, dividido em dois módulos. O curso foi financiado pela Proqual.

Para o curso Simonetta dividiu através de exemplos fotográficos o que foi apontado pelos textos dos pensadores da imagem e como esses teóricos definiram o conceito fotográfico do ponto de vista sociológico, filosófico, histórico, semiótico e estético. Foram selecionados pela professora alguns pensadores mais citados quando se fala de fotografia.
De acordo com Simonetta temos que ter em mente que pensar a fotografia é fundamental, ainda mais numa época em que esse meio de expressão ocupa cada vez mais espaço.

O primeiro pensador abordado foi Walter Benjamin (1892-1940), filósofo que pertenceu à Escola de Frankfurt. Em 1935 publicou seu trabalho mais conhecido: “A obra de arte na época de sua reprodutividade”. Antes, em 1931…

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A história do Zo’é

Foto e texto André Dusek
  A minha melhor foto foi feita em 1989. Eu fui com a repórter Eliana Lucena pelo jornal O Estado de São Paulo acompanhar uma equipe da FUNAI numa missão de emergência na região do Rio Cuminapanema, no norte do Pará. Lá existia uma aldeia de índios isolados, chamados Zoés, que a FUNAI sabia da existência e da localização, mas preferia manter aqueles índios isolados, vivendo a sua vida tranqüila, sem o infortúnio da convivência com o homem branco. Entretanto, um grupo de missionários evangélicos de uma ONG chamada New Tribes (Novas Tribos) entrou em contato com esses índios sem a autorização da FUNAI e o que todos temiam aconteceu: Os Zoés que nunca haviam se encontrado com o homem branco e não possuíam os anticorpos das doenças modernas, começaram a adoecer. A FUNAI enviou uma equipe de médicos, enfermeiros e mateiros chefiados pelo indigenista Sidney Possuelo.

Comunidade  dos índios Zoé's.  Oriximiná, Pará, Brasil. Foto André Dusek

Além do Estadão, havia uma equipe fazendo reportagem para uma TV Alemã. Descemos de helicóptero em cima de uma plantação de mandioca. Fomos muito bem recebidos, os Zoés estavam muito tranqüilos e simpáticos apesar de termos chegado do céu e estragado toda a plantação de mandioca. Eles andavam nus e falavam tupi. Senti-me um português chegando ao Brasil em 1500.
Um dia eu e o cinegrafista Gustavo Hadba, que filmava para TV Alemã, acompanhamos um índio que entrou no mato para caçar. Ele levava um arco e duas flechas.  No momento em que ele foi atirar a flecha, como ele estava nu, não tinha aonde colocar a segunda flecha e a colocou entre as pernas. Fiz varias fotos. Além de plasticamente bonita, a foto ficou no mínimo engraçada, pois a primeira impressão que se tem é que a flecha está enfiada e não apenas colocada entre as pernas. Uma observação mais atenta vê a ponta saindo pela frente do índio. Essa foto sempre foi muito polêmica e desperta a curiosidade de todos que a vêem.
Sobre >>   André Dusek

Território Zo’é

Os Zo’é entraram para a história como um dos últimos povos “intactos” na Amazônia. Seu contato com missionários protestantes norte­americanos e com sertanistas da Funai foi largamente noticiado pela mídia, que em 1989 divulgou as primeiras imagens deste povo tupi, até então vivendo uma situação de isolamento.
A Funai tinha conhecimento da existência do grupo desde pelo menos o início dos anos 70, quando procedeu ao levantamento dos grupos isolados que estavam na rota da construção da rodovia Perimetral Norte (BR­210). Na época, o contato com o grupo do Cuminapanema foi planejado, mas a interrupção das obras da Perimetral levaram a Funai a desistir do contato.
Ler mais >> Instituto Socioambiental
Ensaio Beto Barata
O fotógrafo Beto Barata iniciou sua carreira em 1996 como estagiário do depto. fotográfico do jornal Correio Braziliense. Nestes dezenove anos de profissão atuou nas redações dos jornais The Brazilians (EUA) e Folha de S. Paulo (Sucursal Brasilia), na revista Isto é Gente e nas agências Eclipse Photo Agency (EUA), Photoagência e Associated Press (EUA). Em 2001 foi contratado pelo jornal O Estado de S. Paulo aonde permaneceu até o ano de 2013, tendo atuado tanto na sede em São Paulo como na sucursal Brasília. Em 2010 foi convidado a fazer parte do acervo permanente da galeria de fotografias Fine Art, A Casa da Luz Vermelha, de propriedade do fotógrafo Kazuo Okubo. Atualmente faz trabalhos – Free Lancer – para várias agências e publicações nacionais e internacionais. Em 2009 tornou-se mergulhador PADI de nível avançado com especialização em Nitrox e Fotografia Subaquática.

Mais  Zo’é do Beto Barata  >> Acervo H

Água Que Nos Rodeia

Gestão mais sustentável da água é urgente, diz relatório da ONU

Até 2030, o planeta enfrentará um déficit de água de 40%, a menos que seja melhorada dramaticamente a gestão desse recurso precioso. Essa é a principal conclusão do Relatório das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento de Água 2015

Matéria completa >> ONUBR

Ver relatório >>  ONU

Manual de sobrevivência para crise da água PDF  >> 

>> Aliança pela água

* A Aliança pela Água é uma rede de quase 50 entidades, entre ONGs, coletivos e movimentos sociais que desde outubro monitora a resposta do governo e propõe soluções à crise hídrica.

O Poder da Memória I

Ensaio de Orlando Brito

Foto Orlando Brito
General Emílio Garrastazu Médici. Presidente do Brasil, entre 30 de outubro de 1969 e 15 de março de 1974, durante a ditadura militar do país,  governo de Médici, foi um período marcado pelo uso sistemático de meios violentos como a tortura e o assassinato.

Mulher no Brasil: gênero em transformação.

Segundo notícia publicada no Portal Brasil, as mulheres são maioria da população, passaram a viver mais, têm tido menos filhos, ocupam cada vez mais espaço no mercado de trabalho e, atualmente, são responsáveis pelo sustento de 37,3% das famílias. Ler matéria na íntegra.