Vozes do Solimões

Rádio Nacional do Alto Solimões completou 10 anos de programação regional


A rádio surgiu através de reuniões quando lideranças dos municípios do Alto Solimões pediram uma emissora que transmitisse informações


Saiba mais >>  captura-de-tela-2016-12-23-as-21-13-44

 

Foto: Pescador de pirarucu em lago da bacia do rio Solimões.
Amazonas, Brasil Foto Paulo Santos

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Condição de Trabalho

>> Acervo H

Velas de Fátima

Ensaio Ney Marcondes

As Velas de Fátima por Ney Marcondes >> Acervo H

Condição de Trabalho

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A história do Zo’é

Foto e texto André Dusek
  A minha melhor foto foi feita em 1989. Eu fui com a repórter Eliana Lucena pelo jornal O Estado de São Paulo acompanhar uma equipe da FUNAI numa missão de emergência na região do Rio Cuminapanema, no norte do Pará. Lá existia uma aldeia de índios isolados, chamados Zoés, que a FUNAI sabia da existência e da localização, mas preferia manter aqueles índios isolados, vivendo a sua vida tranqüila, sem o infortúnio da convivência com o homem branco. Entretanto, um grupo de missionários evangélicos de uma ONG chamada New Tribes (Novas Tribos) entrou em contato com esses índios sem a autorização da FUNAI e o que todos temiam aconteceu: Os Zoés que nunca haviam se encontrado com o homem branco e não possuíam os anticorpos das doenças modernas, começaram a adoecer. A FUNAI enviou uma equipe de médicos, enfermeiros e mateiros chefiados pelo indigenista Sidney Possuelo.

Comunidade  dos índios Zoé's.  Oriximiná, Pará, Brasil. Foto André Dusek

Além do Estadão, havia uma equipe fazendo reportagem para uma TV Alemã. Descemos de helicóptero em cima de uma plantação de mandioca. Fomos muito bem recebidos, os Zoés estavam muito tranqüilos e simpáticos apesar de termos chegado do céu e estragado toda a plantação de mandioca. Eles andavam nus e falavam tupi. Senti-me um português chegando ao Brasil em 1500.
Um dia eu e o cinegrafista Gustavo Hadba, que filmava para TV Alemã, acompanhamos um índio que entrou no mato para caçar. Ele levava um arco e duas flechas.  No momento em que ele foi atirar a flecha, como ele estava nu, não tinha aonde colocar a segunda flecha e a colocou entre as pernas. Fiz varias fotos. Além de plasticamente bonita, a foto ficou no mínimo engraçada, pois a primeira impressão que se tem é que a flecha está enfiada e não apenas colocada entre as pernas. Uma observação mais atenta vê a ponta saindo pela frente do índio. Essa foto sempre foi muito polêmica e desperta a curiosidade de todos que a vêem.
Sobre >>   André Dusek

Território Zo’é

Os Zo’é entraram para a história como um dos últimos povos “intactos” na Amazônia. Seu contato com missionários protestantes norte­americanos e com sertanistas da Funai foi largamente noticiado pela mídia, que em 1989 divulgou as primeiras imagens deste povo tupi, até então vivendo uma situação de isolamento.
A Funai tinha conhecimento da existência do grupo desde pelo menos o início dos anos 70, quando procedeu ao levantamento dos grupos isolados que estavam na rota da construção da rodovia Perimetral Norte (BR­210). Na época, o contato com o grupo do Cuminapanema foi planejado, mas a interrupção das obras da Perimetral levaram a Funai a desistir do contato.
Ler mais >> Instituto Socioambiental
Ensaio Beto Barata

O fotógrafo Beto Barata iniciou sua carreira em 1996 como estagiário do depto. fotográfico do jornal Correio Braziliense. Nestes dezenove anos de profissão atuou nas redações dos jornais The Brazilians (EUA) e Folha de S. Paulo (Sucursal Brasilia), na revista Isto é Gente e nas agências Eclipse Photo Agency (EUA), Photoagência e Associated Press (EUA). Em 2001 foi contratado pelo jornal O Estado de S. Paulo aonde permaneceu até o ano de 2013, tendo atuado tanto na sede em São Paulo como na sucursal Brasília. Em 2010 foi convidado a fazer parte do acervo permanente da galeria de fotografias Fine Art, A Casa da Luz Vermelha, de propriedade do fotógrafo Kazuo Okubo. Atualmente faz trabalhos – Free Lancer – para várias agências e publicações nacionais e internacionais. Em 2009 tornou-se mergulhador PADI de nível avançado com especialização em Nitrox e Fotografia Subaquática.

Mais  Zo’é do Beto Barata  >> Acervo H

Jogo de Índio

Edição de jogos indígenas no Pará e Tocantins.

Paulo Santos

Mais Imagens Jogos Indígenas >> Acervo H

Regidos pela lua

 Pescadores da Romana

Ilha da Romana, Curuçá, Pará, Brasil.

Fotos Paulo Santos

Litoral do Pará >> Acervo H

O Mundo é redondo e dá voltinhas

Diretas Já

( Esquerda para direita ) José Sarney, Franco Montoro, Tancredo Neves, então candidato à presidência da república e Ulisses Guimarães,  assistem à procissão do Círio de Nazaré durante a campanha para a eleição de 1985 pelo colégio eleitoral.

Belém, Pará, Brasil.
Foto Paulo Santos
14/10/1984

Morte em Anapu


No dia 12 de fevereiro de 2015 completou dez anos do brutal assassinato da missionária Dorothy Mae Stang, aos 73 anos de idade. Ela foi morta com seis tiros à queima roupa, um deles na cabeça, sem a mínima chance de defesa, no município de Anapu, oeste do Estado do Pará. Dos cinco homens julgados e condenados pelo crime, apenas um cumpre prisão em regime fechado, mas por outro homicídio, outros três respondem a sentença no semiaberto e um ainda não cumpriu a pena.

Anapu, Pará, Brasil.  Fotos Paulo Santos   02 / 2005
Ver mais  >>   Morte em Anapu

Mandantes no Banco dos Réus


O fazendeiro Regivaldo Pereira Galvão, o “Taradão”, acusado de ser o principal mandante da morte da missionária Dorothy Stang, ocorrida na manhã de 12 fevereiro de 2005, em Anapu, enfrenta hoje o Tribunal do Júri no Fórum Criminal de Belém.

Belém Pará Brasil. Fotos Paulo Santos  30/04/2010
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