Norte: no rabo da fila

Por Lúcio Flávio Pinto

O faturamento da agropecuária brasileira neste ano, até novembro, foi a segunda maior desde o início da série estatística, em 1990. Somando 523,6 bilhões de reais, ficou R$ 10 bilhões abaixo do valor alcançado em 2015, que foi de 533,1 bilhões. As lavouras tiveram um valor bruto da produção de R$ 340,6 bilhões, e a pecuária, R$ 183 bilhões, segundo os dados divulgados hoje pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Leia a notícia >> Norte: no rabo da fila | Lúcio Flávio Pinto

Gado - Fazenda para descanso de gado durante transporte para embarque ou abate, rod Pa 150 Mojú, Pará, Brasil. 11/11/2010. Foto Paulo Santos


Acervo H

Anúncios

Condição de Trabalho

>> Acervo H

Condição de Trabalho

>> Acervo H

Kararaô 1989

História
A Índia Kayapó Tuíra passa o terçado (facão) no rosto de José Antônio Muniz Lopes, da Eletronorte, em protesto contra a construção da hidrelétrica de Kararaô, hoje Belo Monte.
A Imagem histórica de Paulo Jares, foi feita durante a cobertura do I Encontro das Nações Indígenas do Xingu, Pa, 1989 .
.

Mais sobre o fotógrafo Paulo Jares >>

Jogo de Índio

Edição de jogos indígenas no Pará e Tocantins.

Paulo Santos

Mais Imagens Jogos Indígenas >> Acervo H

Territórios Indígenas

 A Comunidade Kamaiurá

Fotos Eric Stoner

Ver mais Eric Stoner >> Acervo H

MORRE GALEANO

Morreu hoje, Eduardo Galeano. Jornalista, escritor e pensador uruguaio, Galeano discorreu sobre política, economia, meio ambiente, futebol…

Sempre crítico e incisivo, o brilhantismo de Galeano rendeu obras como “As veias abertas da América Latina”, entre outras.

Para homenageá-lo, divulgamos um de seus muitos artigos brilhantes:

Quatro frases que fazem o nariz do Pinóquio crescer“, publicado hoje site pelo Envolverde.

Regidos pela lua

 Pescadores da Romana

Ilha da Romana, Curuçá, Pará, Brasil.

Fotos Paulo Santos

Litoral do Pará >> Acervo H

Sangue dos Yanomami volta ao Brasil

Amostras que estavam nos Estados Unidos serão devolvidas em celebração nesta sexta-feira, 3 de abril, na aldeia Piaú/AM, com a presença de autoridades do Ministério Público Federal, Itamaraty e Funai.

A Hutukara Associação Yanomami (HAY) está organizando a devolução do sangue que foi coletado nos anos 1960 e 1970 por pesquisadores americanos e levado para os Estados Unidos sem o consentimento do povo Yanomami. A aldeia escolhida para celebração fica na região do Toototobi, Amazonas, onde se concentra boa parte das pessoas que teve seu sangue coletado. Durante a cerimônia haverá um ritual funerário com as amostras de sangue dos Yanomami que não estão mais vivos.
Ler mais >> Sangue dos Yanomami volta ao Brasil após mais de 40 anos
Fonte: Instituto Socioambiental-ISA e Programa: Rio Negro
Os Yanomami                

Reportagem Odair Leal.

Água Que Nos Rodeia

Gestão mais sustentável da água é urgente, diz relatório da ONU

Até 2030, o planeta enfrentará um déficit de água de 40%, a menos que seja melhorada dramaticamente a gestão desse recurso precioso. Essa é a principal conclusão do Relatório das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento de Água 2015

Matéria completa >> ONUBR

Ver relatório >>  ONU

Manual de sobrevivência para crise da água PDF  >> 

>> Aliança pela água

* A Aliança pela Água é uma rede de quase 50 entidades, entre ONGs, coletivos e movimentos sociais que desde outubro monitora a resposta do governo e propõe soluções à crise hídrica.

Cheiros, Essências e Mandingas

No Ver-o-Peso,  as ervas amazônicas, os preparados e infusões, conhecidos como banhos e garrafadas feitas por erveiras com suas receitas, mantidas em segredo e repassadas de geração a geração , e prometem “descarregar” as más energias, atrair dinheiro e até mesmo recuperar um amor perdido.

Belém, Pará, Brasil.
Fotos Paulo Santos
Acervo H

Fim de Feira no Veropa

Tratado intimamento como veropa pelos moradores da cidade, o complexo do Ver-o-Peso  encerra mais uma madrugada de trabalho  para quem veio vender seus produtos na capital.

Belém, Pará, Brasil.

Fotos Ana Mokarzel

Firmado o primeiro protocolo comunitário na Amazônia.

Comunidades do Bailique criam primeiro protocolo comunitário na Amazônia

Articulados pelo GTA – Grupo de Trabalho Amazônico dezenas de lideranças se reuniram na vila São João Batista no arquipélago do Bailique firmando após três dias de debates o primeiro protocolo comunitário na Amazônia
Com a criação da Convenção sobre Diversidade Biológica – CDB – tratado da Organização das Nações Unidas, e a ratificação do protocolo de Nagoia em 2010, se inicia um processo de organização para os Povos e Comunidades Tradicionais em busca de maior qualidade de vida não apenas na Amazônia, mas em todo mundo.
Assim, em dezembro de 2013 a Rede Grupo de Trabalho Amazônico – GTA, em parceria com a Regional GTA/Amapá, o Conselho Comunitário do Bailique, Colônia de Pescadores Z-5, IEF, CGEN/DPG/SBF/MMA, juntamente com 36 comunidades do Arquipélago do Bailique, inicia o processo de criação do primeiro protocolo comunitário na Amazônia, instrumento que regula relações comerciais amparado por leis ambientais, estabelecendo o mercado justo, proteção da biodversidade, entre outros .

O encontro na comunidade São João Batista no furo do macaco (igarapé que dá acesso a vila), foz do Amazonas, recebeu cerca de 100 lideranças de 28 comunidades durante os dias 27 e 28 de fevereiro último , que chegavam de barcos e canoas acompanhados por suas famílias
Durante o debate, representantes do Ministério do Meio Ambiente, Ministério Público Federal, Fundação Getúlio Vargas, Embrapa e Conab esclareciam dúvidas e indicavam caminhos para fortalecer o primeiro protocolo comunitário na Amazônia.

Mais imagens >>  

Foto e texto: Paulo Santos

Edital de Apoio à Pesquisa Científica

Edital Pesquisa 2015

As linhas de pesquisas contempladas pelo Edital 2015 concentram-se em torno de temas vinculados ao Programa Brasileiro de Agricultura de Baixo Carbono, além de outras temáticas relacionadas com o uso sustentável dos recursos naturais da Amazônia Legal

Morte em Anapu


No dia 12 de fevereiro de 2015 completou dez anos do brutal assassinato da missionária Dorothy Mae Stang, aos 73 anos de idade. Ela foi morta com seis tiros à queima roupa, um deles na cabeça, sem a mínima chance de defesa, no município de Anapu, oeste do Estado do Pará. Dos cinco homens julgados e condenados pelo crime, apenas um cumpre prisão em regime fechado, mas por outro homicídio, outros três respondem a sentença no semiaberto e um ainda não cumpriu a pena.

Anapu, Pará, Brasil.  Fotos Paulo Santos   02 / 2005
Ver mais  >>   Morte em Anapu