Todos os posts de Paulo Santos
A história do Zo’é
Foto e texto André Dusek
A minha melhor foto foi feita em 1989. Eu fui com a repórter Eliana Lucena pelo jornal O Estado de São Paulo acompanhar uma equipe da FUNAI numa missão de emergência na região do Rio Cuminapanema, no norte do Pará. Lá existia uma aldeia de índios isolados, chamados Zoés, que a FUNAI sabia da existência e da localização, mas preferia manter aqueles índios isolados, vivendo a sua vida tranqüila, sem o infortúnio da convivência com o homem branco. Entretanto, um grupo de missionários evangélicos de uma ONG chamada New Tribes (Novas Tribos) entrou em contato com esses índios sem a autorização da FUNAI e o que todos temiam aconteceu: Os Zoés que nunca haviam se encontrado com o homem branco e não possuíam os anticorpos das doenças modernas, começaram a adoecer. A FUNAI enviou uma equipe de médicos, enfermeiros e mateiros chefiados pelo indigenista Sidney Possuelo.
Além do Estadão, havia uma equipe fazendo reportagem para uma TV Alemã. Descemos de helicóptero em cima de uma plantação de mandioca. Fomos muito bem recebidos, os Zoés estavam muito tranqüilos e simpáticos apesar de termos chegado do céu e estragado toda a plantação de mandioca. Eles andavam nus e falavam tupi. Senti-me um português chegando ao Brasil em 1500.
Um dia eu e o cinegrafista Gustavo Hadba, que filmava para TV Alemã, acompanhamos um índio que entrou no mato para caçar. Ele levava um arco e duas flechas. No momento em que ele foi atirar a flecha, como ele estava nu, não tinha aonde colocar a segunda flecha e a colocou entre as pernas. Fiz varias fotos. Além de plasticamente bonita, a foto ficou no mínimo engraçada, pois a primeira impressão que se tem é que a flecha está enfiada e não apenas colocada entre as pernas. Uma observação mais atenta vê a ponta saindo pela frente do índio. Essa foto sempre foi muito polêmica e desperta a curiosidade de todos que a vêem.
Sobre >> André Dusek
Jogos Mundiais dos Povos Indígenas
Embratur lança vídeo dos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas
Imagens Jogos Indígenas >> Acervo H – Jogos Indígenas
Cores do Kuarup
Aldeias Yawalapiti e Kamayura.
O Kuarup de Eraldo Peres
XINGU/MT /07/98 – ALDEIA CAMAYURA, DO ALTO XINGU, DURANTE A FESTA DO KUARUP, REALIZADA NA ALDEIA, EM HOMENAGEM AOS SERTANISTAS CLAUDIO E ORLANDO VILLAS-BOAS. A FESTA DO KUARUP E UMA CERIMONIA RELIGIOSA PARA LIBERTACAO DOS ESPIRITOS DOS MORTOS HOMENAGEADOS E A PASSAGEM DAS SUAS ALMAS PARA A “ALDEIA DAS ESTRELAS”, CONFORME CRENCA DOS POVOS INDIGENAS DO XINGU. (FOTO/ERALDO PERES/ Photoagência/Acervo H.
XINGU/MT /07/98 – ALDEIA CAMAYURA, DO ALTO XINGU, DURANTE A FESTA DO KUARUP, REALIZADA NA ALDEIA, EM HOMENAGEM AOS SERTANISTAS CLAUDIO E ORLANDO VILLAS-BOAS. A FESTA DO KUARUP E UMA CERIMONIA RELIGIOSA PARA LIBERTACAO DOS ESPIRITOS DOS MORTOS HOMENAGEADOS E A PASSAGEM DAS SUAS ALMAS PARA A “ALDEIA DAS ESTRELAS”, CONFORME CRENCA DOS POVOS INDIGENAS DO XINGU. (FOTO/ERALDO PERES/ Photoagência/Acervo H.
XINGU/MT /07/98 – ALDEIA CAMAYURA, DO ALTO XINGU, DURANTE A FESTA DO KUARUP, REALIZADA NA ALDEIA, EM HOMENAGEM AOS SERTANISTAS CLAUDIO E ORLANDO VILLAS-BOAS. A FESTA DO KUARUP E UMA CERIMONIA RELIGIOSA PARA LIBERTACAO DOS ESPIRITOS DOS MORTOS HOMENAGEADOS E A PASSAGEM DAS SUAS ALMAS PARA A “ALDEIA DAS ESTRELAS”, CONFORME CRENCA DOS POVOS INDIGENAS DO XINGU. (FOTO/ERALDO PERES/ Photoagência/Acervo H.
XINGU/MT /07/98 – ALDEIA CAMAYURA, DO ALTO XINGU, DURANTE A FESTA DO KUARUP, REALIZADA NA ALDEIA, EM HOMENAGEM AOS SERTANISTAS CLAUDIO E ORLANDO VILLAS-BOAS. A FESTA DO KUARUP E UMA CERIMONIA RELIGIOSA PARA LIBERTACAO DOS ESPIRITOS DOS MORTOS HOMENAGEADOS E A PASSAGEM DAS SUAS ALMAS PARA A “ALDEIA DAS ESTRELAS”, CONFORME CRENCA DOS POVOS INDIGENAS DO XINGU. (FOTO/ERALDO PERES/ Photoagência/Acervo H.
XINGU/MT /07/98 – ALDEIA CAMAYURA, DO ALTO XINGU, DURANTE A FESTA DO KUARUP, REALIZADA NA ALDEIA, EM HOMENAGEM AOS SERTANISTAS CLAUDIO E ORLANDO VILLAS-BOAS. A FESTA DO KUARUP E UMA CERIMONIA RELIGIOSA PARA LIBERTACAO DOS ESPIRITOS DOS MORTOS HOMENAGEADOS E A PASSAGEM DAS SUAS ALMAS PARA A “ALDEIA DAS ESTRELAS”, CONFORME CRENCA DOS POVOS INDIGENAS DO XINGU. (FOTO/ERALDO PERES/ Photoagência/Acervo H.
XINGU/MT /07/98 – ALDEIA CAMAYURA, DO ALTO XINGU, DURANTE A FESTA DO KUARUP, REALIZADA NA ALDEIA, EM HOMENAGEM AOS SERTANISTAS CLAUDIO E ORLANDO VILLAS-BOAS. A FESTA DO KUARUP E UMA CERIMONIA RELIGIOSA PARA LIBERTACAO DOS ESPIRITOS DOS MORTOS HOMENAGEADOS E A PASSAGEM DAS SUAS ALMAS PARA A “ALDEIA DAS ESTRELAS”, CONFORME CRENCA DOS POVOS INDIGENAS DO XINGU. (FOTO/ERALDO PERES/ Photoagência/Acervo H.
XINGU/MT /07/98 – ALDEIA CAMAYURA, DO ALTO XINGU, DURANTE A FESTA DO KUARUP, REALIZADA NA ALDEIA, EM HOMENAGEM AOS SERTANISTAS CLAUDIO E ORLANDO VILLAS-BOAS. A FESTA DO KUARUP E UMA CERIMONIA RELIGIOSA PARA LIBERTACAO DOS ESPIRITOS DOS MORTOS HOMENAGEADOS E A PASSAGEM DAS SUAS ALMAS PARA A “ALDEIA DAS ESTRELAS”, CONFORME CRENCA DOS POVOS INDIGENAS DO XINGU. (FOTO/ERALDO PERES/ Photoagência/Acervo H.
XINGU/MT /07/98 – ALDEIA CAMAYURA, DO ALTO XINGU, DURANTE A FESTA DO KUARUP, REALIZADA NA ALDEIA, EM HOMENAGEM AOS SERTANISTAS CLAUDIO E ORLANDO VILLAS-BOAS. A FESTA DO KUARUP E UMA CERIMONIA RELIGIOSA PARA LIBERTACAO DOS ESPIRITOS DOS MORTOS HOMENAGEADOS E A PASSAGEM DAS SUAS ALMAS PARA A “ALDEIA DAS ESTRELAS”, CONFORME CRENCA DOS POVOS INDIGENAS DO XINGU. (FOTO/ERALDO PERES/ Photoagência/Acervo H.
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Fotógrafo documentarista e fotojornalista, com atuação no desenvolvimento de projetos culturais e na documentação da cultura popular e do patrimônio imaterial brasileiro.
Para ver mais do Eraldo
Território Zo’é
Os Zo’é entraram para a história como um dos últimos povos “intactos” na Amazônia. Seu contato com missionários protestantes norteamericanos e com sertanistas da Funai foi largamente noticiado pela mídia, que em 1989 divulgou as primeiras imagens deste povo tupi, até então vivendo uma situação de isolamento.
A Funai tinha conhecimento da existência do grupo desde pelo menos o início dos anos 70, quando procedeu ao levantamento dos grupos isolados que estavam na rota da construção da rodovia Perimetral Norte (BR210). Na época, o contato com o grupo do Cuminapanema foi planejado, mas a interrupção das obras da Perimetral levaram a Funai a desistir do contato.
Ler mais >> Instituto Socioambiental
Ensaio Beto Barata
O fotógrafo Beto Barata iniciou sua carreira em 1996 como estagiário do depto. fotográfico do jornal Correio Braziliense. Nestes dezenove anos de profissão atuou nas redações dos jornais The Brazilians (EUA) e Folha de S. Paulo (Sucursal Brasilia), na revista Isto é Gente e nas agências Eclipse Photo Agency (EUA), Photoagência e Associated Press (EUA). Em 2001 foi contratado pelo jornal O Estado de S. Paulo aonde permaneceu até o ano de 2013, tendo atuado tanto na sede em São Paulo como na sucursal Brasília. Em 2010 foi convidado a fazer parte do acervo permanente da galeria de fotografias Fine Art, A Casa da Luz Vermelha, de propriedade do fotógrafo Kazuo Okubo. Atualmente faz trabalhos – Free Lancer – para várias agências e publicações nacionais e internacionais. Em 2009 tornou-se mergulhador PADI de nível avançado com especialização em Nitrox e Fotografia Subaquática.
Mais Zo’é do Beto Barata >> Acervo H
A Última Cortina
A série de quatro mini documentários intitulada “A Última Cortina – Documentários e Bastidores” do fotógrafo Joedson Alves está imperdível.
Produzido por ele, fotógrafo da melhor qualidade, os minis docs se fazem importantes não apenas para fotografia ou para o fotojornalismo, mas para nossa memória coletiva. Testemunho em palavras e imagens de fotógrafos que viveram momentos importantes da história do Brasil.
Na série, entrevistas polêmicas com, Gervásio Baptista, fotógrafo de vários presidentes que fala se retratou Tancredo no hospital vivo ou já morto. Os personagens da história em ensaios de Orlando Brito, a polêmica foto de Hugo Chaves por Lula Marques, e com Beto Barata que nos conta como foi criar o livro Brasília Submersa, fotografando no lago Paranoá.
Parabéns Joedson!
Rio Negro Território Indígena
Ensaio produzido durante a expedição para criação do território indígena do alto e médio rio Negro no Amazonas
1997
Fotos Paulo Santos
Índios Werekena da comunidade de Anamoim no alto rio Xié trabalham com a piaçava (Leopoldínia pÌassaba Wall). A fibra, um dos principais produtos geradores de renda na região é coletada de forma rudimentar, sendo utilizada na fabricação de cordas , chapéus, artesanato e vassouras, Alto rio Xié, fronteira do Brasil com a Venezuela a cerca de 1.000Km oeste de Manaus. 06/06/2002. ©Foto: Paulo Santos/
Índios Werekena da comunidade de Anamoim no alto rio Xié trabalham com a piaçava (Leopoldínia pÌassaba Wall). A fibra, um dos principais produtos geradores de renda na região é coletada de forma rudimentar, sendo utilizada na fabricação de cordas , chapéus, artesanato e vassouras, Alto rio Xié, fronteira do Brasil com a Venezuela a cerca de 1.000Km oeste de Manaus. 06/06/2002. ©Foto: Paulo Santos/
Índios Werekena da comunidade de Anamoim no alto rio Xié trabalham com a piaçava (Leopoldínia pÌassaba Wall). A fibra, um dos principais produtos geradores de renda na região é coletada de forma rudimentar, sendo utilizada na fabricação de cordas , chapéus, artesanato e vassouras, Alto rio Xié, fronteira do Brasil com a Venezuela a cerca de 1.000Km oeste de Manaus. 06/06/2002. ©Foto: Paulo Santos/
Índios Werekena da comunidade de Anamoim no alto rio Xié trabalham com a piaçava (Leopoldínia pÌassaba Wall). A fibra, um dos principais produtos geradores de renda na região é coletada de forma rudimentar, sendo utilizada na fabricação de cordas , chapéus, artesanato e vassouras, Alto rio Xié, fronteira do Brasil com a Venezuela a cerca de 1.000Km oeste de Manaus. 06/06/2002. ©Foto: Paulo Santos/
Mais imagens Territórios Indígenas >> Acervo H
Jogo de Índio
Edição de jogos indígenas no Pará e Tocantins.
Paulo Santos
Mais Imagens Jogos Indígenas >> Acervo H
Territórios Indígenas
Amazônia Real
Debate em Manaus propõe reflexão sobre o desmatamento da Amazônia e a crise hídrica no Brasil.
A agência de jornalismo Amazônia Real convida os jornalistas, estudantes de Comunicação Social e interessados no tema socioambiental para participar do debate O desmatamento da Floresta Amazônica e a Crise Hídrica no Brasil, dia 29 de abril, das 14h às 17h, na Galeria do Icbeu, na rua Joaquim Nabuco, no centro de Manaus.
Mais informações Amazônia Real
MORRE GALEANO
Morreu hoje, Eduardo Galeano. Jornalista, escritor e pensador uruguaio, Galeano discorreu sobre política, economia, meio ambiente, futebol…
Sempre crítico e incisivo, o brilhantismo de Galeano rendeu obras como “As veias abertas da América Latina”, entre outras.
Para homenageá-lo, divulgamos um de seus muitos artigos brilhantes:
“Quatro frases que fazem o nariz do Pinóquio crescer“, publicado hoje site pelo Envolverde.
Direito Autoral no Fotojornalismo

Regidos pela lua
Pescadores da Romana
Pescadores artesanais pernoitam em ranchos de pesca construídos com madeiras retiradas dos manguezais da região após um longo dia de trabalho. A pesca realizada na Reserva Extrativista Marinha Mãe Grande no litoral do Pará, na foz do rio Amazonas, rende aos pescadores por dia cerca de 200 quilos de pescado de várias tipos como: piramutabas, sardinhas, filhotes, pescada amarela, robalo e tainhas. Curuçá·, Pará, Brasil. Foto: Paulo Santos
Pescadores retiram peixes da rede montada em um banco de areia a cerca de 3 km no litoral do Pará, na foz do rio Amazonas. Os pescadores chegam a capturar cerca de 200 quilos de pescado por dia entre: piramutabas, sardinhas, filhotes, pescada amarela, robalo e tainhas. Curuçá·, Pará, Brasil. Foto: Paulo Santos
Antônio Zeferino Santos Costa, 57 (camiseta preta) conhecido como Jagunço, Raimundo Ferreira da Silva, 51 (sunga azul) conhecido como Cambeua retiram peixes da rede montada em um banco de areia a cerca de 3 km no litoral do Pará, na foz do rio Amazonas. Os pescadores chegam a capturar cerca de 200 quilos de pescado por dia entre: piramutabas, sardinhas, filhotes, pescada amarela, robalo e tainhas. Curuçá·, Pará, Brasil. Foto: Paulo Santos
Pescadores retiram peixes da armadilha conhecida como curral durante a maré vazanteno litoral do Pará, na foz do rio Amazonas. Os pescadores chegam a capturar cerca de 200 quilos de pescado por dia entre: piramutabas, sardinhas, filhotes, pescada amarela, robalo e tainhas. Curuçá·, Pará, Brasil. Foto: Paulo Santos
Pescadores retiram peixes da rede montada em um banco de areia a cerca de 3 km no litoral do Pará, na foz do rio Amazonas. Os pescadores chegam a capturar cerca de 200 quilos de pescado por dia entre: piramutabas, sardinhas, filhotes, pescada amarela, robalo e tainhas. Curuçá·, Pará, Brasil. Foto: Paulo Santos
Pescadores retiram peixes da rede montada em um banco de areia a cerca de 3 km no litoral do Pará, na foz do rio Amazonas. Os pescadores chegam a capturar cerca de 200 quilos de pescado por dia entre: piramutabas, sardinhas, filhotes, pescada amarela, robalo e tainhas. Curuçá·, Pará, Brasil. Foto: Paulo Santos
Corvina. Pescadores retiram peixes da rede montada em um banco de areia a cerca de 3 km no litoral do Pará, na foz do rio Amazonas. Os pescadores chegam a capturar cerca de 200 quilos de pescado por dia entre: piramutabas, sardinhas, filhotes, pescada amarela, robalo e tainhas. Curuçá·, Pará, Brasil. Foto: Paulo Santos
Ilha da Romana, Curuçá, Pará, Brasil.
Fotos Paulo Santos
Litoral do Pará >> Acervo H
Sangue dos Yanomami volta ao Brasil
Amostras que estavam nos Estados Unidos serão devolvidas em celebração nesta sexta-feira, 3 de abril, na aldeia Piaú/AM, com a presença de autoridades do Ministério Público Federal, Itamaraty e Funai.
A Hutukara Associação Yanomami (HAY) está organizando a devolução do sangue que foi coletado nos anos 1960 e 1970 por pesquisadores americanos e levado para os Estados Unidos sem o consentimento do povo Yanomami. A aldeia escolhida para celebração fica na região do Toototobi, Amazonas, onde se concentra boa parte das pessoas que teve seu sangue coletado. Durante a cerimônia haverá um ritual funerário com as amostras de sangue dos Yanomami que não estão mais vivos.
Ler mais >> Sangue dos Yanomami volta ao Brasil após mais de 40 anos
Fonte: Instituto Socioambiental-ISA e Programa: Rio Negro
Os Yanomami
Território Yanomami / Fotografia de Odair Leal. Representantes das 37 regiões da Terra Indígena Yanomami discutiram plano para o futuro, firmaram pacto contra mineração e elegeram nova diretoria em meio aos festejos que incluíram cantos, danças e diálogos cerimoniais Entre os dias 15 e 20 de outubro mais de 700 representantes yanomami reuniram-se na aldeia Watoriki (Demini), no Amazonas, na VII Assembleia Geral da Hutukara Associação Yanomami (HAY) que teve como tema os 20 anos da homologação da Terra Indígena Yanomami. FOTO: ODAIR LEAL
Território Yanomami / Fotografia de Odair Leal. Representantes das 37 regiões da Terra Indígena Yanomami discutiram plano para o futuro, firmaram pacto contra mineração e elegeram nova diretoria em meio aos festejos que incluíram cantos, danças e diálogos cerimoniais Entre os dias 15 e 20 de outubro mais de 700 representantes yanomami reuniram-se na aldeia Watoriki (Demini), no Amazonas, na VII Assembleia Geral da Hutukara Associação Yanomami (HAY) que teve como tema os 20 anos da homologação da Terra Indígena Yanomami. FOTO: ODAIR LEAL
Território Yanomami / Fotografia de Odair Leal. Representantes das 37 regiões da Terra Indígena Yanomami discutiram plano para o futuro, firmaram pacto contra mineração e elegeram nova diretoria em meio aos festejos que incluíram cantos, danças e diálogos cerimoniais Entre os dias 15 e 20 de outubro mais de 700 representantes yanomami reuniram-se na aldeia Watoriki (Demini), no Amazonas, na VII Assembleia Geral da Hutukara Associação Yanomami (HAY) que teve como tema os 20 anos da homologação da Terra Indígena Yanomami. FOTO: ODAIR LEAL
Território Yanomami / Fotografia de Odair Leal. Representantes das 37 regiões da Terra Indígena Yanomami discutiram plano para o futuro, firmaram pacto contra mineração e elegeram nova diretoria em meio aos festejos que incluíram cantos, danças e diálogos cerimoniais Entre os dias 15 e 20 de outubro mais de 700 representantes yanomami reuniram-se na aldeia Watoriki (Demini), no Amazonas, na VII Assembleia Geral da Hutukara Associação Yanomami (HAY) que teve como tema os 20 anos da homologação da Terra Indígena Yanomami. FOTO: ODAIR LEAL
Território Yanomami / Fotografia de Odair Leal. Representantes das 37 regiões da Terra Indígena Yanomami discutiram plano para o futuro, firmaram pacto contra mineração e elegeram nova diretoria em meio aos festejos que incluíram cantos, danças e diálogos cerimoniais Entre os dias 15 e 20 de outubro mais de 700 representantes yanomami reuniram-se na aldeia Watoriki (Demini), no Amazonas, na VII Assembleia Geral da Hutukara Associação Yanomami (HAY) que teve como tema os 20 anos da homologação da Terra Indígena Yanomami. FOTO: ODAIR LEAL
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Território Yanomami / Fotografia de Odair Leal. Representantes das 37 regiões da Terra Indígena Yanomami discutiram plano para o futuro, firmaram pacto contra mineração e elegeram nova diretoria em meio aos festejos que incluíram cantos, danças e diálogos cerimoniais Entre os dias 15 e 20 de outubro mais de 700 representantes yanomami reuniram-se na aldeia Watoriki (Demini), no Amazonas, na VII Assembleia Geral da Hutukara Associação Yanomami (HAY) que teve como tema os 20 anos da homologação da Terra Indígena Yanomami. FOTO: ODAIR LEAL
Território Yanomami / Fotografia de Odair Leal. Representantes das 37 regiões da Terra Indígena Yanomami discutiram plano para o futuro, firmaram pacto contra mineração e elegeram nova diretoria em meio aos festejos que incluíram cantos, danças e diálogos cerimoniais Entre os dias 15 e 20 de outubro mais de 700 representantes yanomami reuniram-se na aldeia Watoriki (Demini), no Amazonas, na VII Assembleia Geral da Hutukara Associação Yanomami (HAY) que teve como tema os 20 anos da homologação da Terra Indígena Yanomami. FOTO: ODAIR LEAL
Território Yanomami / Fotografia de Odair Leal. Representantes das 37 regiões da Terra Indígena Yanomami discutiram plano para o futuro, firmaram pacto contra mineração e elegeram nova diretoria em meio aos festejos que incluíram cantos, danças e diálogos cerimoniais Entre os dias 15 e 20 de outubro mais de 700 representantes yanomami reuniram-se na aldeia Watoriki (Demini), no Amazonas, na VII Assembleia Geral da Hutukara Associação Yanomami (HAY) que teve como tema os 20 anos da homologação da Terra Indígena Yanomami. FOTO: ODAIR LEAL
Reportagem Odair Leal.




