Os Carregadores de Açaí
Trabalhadores descarregam os paneiros de açaí.
Fotos Paulo Santos
Galerias de Belém
Fim de Feira no Veropa
Tratado intimamento como veropa pelos moradores da cidade, o complexo do Ver-o-Peso encerra mais uma madrugada de trabalho para quem veio vender seus produtos na capital.
Belém, Pará, Brasil.
Fotos Ana Mokarzel
Sai Reforma no Ver-o-Peso

Prestes a completar 400 anos, a cidade de Belém, no Pará, receberá, no dia 23 de março, a inauguração da primeira obra do PAC Cidades Históricas no Estado: a revitalização do centenário Mercado de Peixe, que faz parte do conjunto arquitetônico e paisagístico do Ver-O-Peso, tombado pelo Iphan em 1977.
O programa é uma das frentes de atuação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Na ocasião, serão entregues também as obras da Igreja do Carmo; da Capela da Ordem Terceira; e da pequena Capela da Adoração.
As quatro construções, que contam a história de ocupação da região, agora, poderão continuar a povoar a memória de seus habitantes, em um momento, no qual o desafio da preservação patrimonial não é só o de manter estruturas e sim reforçar vínculos afetivos e as relações simbólicas, integrando-os, cada vez mais, a vida social da cidade.
Ver mais >> IPHAN
Fotos Paulo Santos
OELA 17 ANOS DE MÚSICA , EDUCAÇÃO E CIDADANIA
A MISSÃO
Com a missão de contribuir com a formação de cidadãos críticos, participativos e comprometidos com a sustentabilidade, o amapaense Rubens Gomes criou, em 20 de março de 1998, a Oficina Escola de Lutheria da Amazônia – OELA.

Instalada no bairro Zumbi dos Palmares, em Manaus, a OELA começou com a produção de instrumentos musicais de cordas dedilhadas e caixa de ressonância utilizando madeiras amazônicas manejadas e certificadas, oferecendo cursos e oficinas, da arte da lutheria, a alguns estudantes da comunidade.
Hoje ao completar 17 anos de sua fundação, a OELA, que não vive só de música, atende a mais de dois mil alunos matriculados na rede pública de ensino fundamental e médio, com diversos cursos e atividades complementares para crianças e adolescentes, contribuindo com o desenvolvimento de suas qualidades intelectuais, assim como valores fundamentais de solidariedade e respeito com os seus colegas e o meio ambiente.
Uma iniciativa que deu muito certo. Parabéns aos que fazem a coisa andar.
Conhecer + >> OELA
Festival Internacional de Fotografia de BH
FIF_BH 2015 – Festival Internacional de Fotografia de BH
O FIF – Festival Internacional de Fotografia de Belo Horizonte, é uma ação cultural bienal, que promove o diálogo entre a produção fotográfica de diferentes países, bem como o encontro entre a fotografia e outros meios de expressão criativa.
Tem como proposta transformar a cidade de Belo Horizonte, pelo período de dois meses, em um polo de convergência para a discussão e reflexão sobre a produção da imagem fotográfica no Brasil e no mundo, por meio de palestras, debates, exposições, workshops, projeções em espaços públicos e pela realização de uma maratona fotográfica.
Mais Informações >> http://www.fif.art.br/2015/
O Poder da Memória I
Protesto Contra Dilma em Belém
Em Belém, milhares de pessoas se reuniram em manifestação contra o governo de Dilma Rousseff. Segundo estimativa da PolÌcia Militar, 30 mil pessoas participam dos atos, que seguiram rumo à Avenida Visconde de Souza Franco, centro de Belém, até o Teatro da Paz. A passeata terminou por volta de 12h30 sem incidentes.
Belém, Pará, Brasil
15/03/2015.
Fotos de Ney Marcondes
O Mundo é redondo e dá voltinhas
Nikon digital em Belém
A Nikon vai realizar curso de introdução à fotografia digital, no Rio de Janeiro (18/04) e Belém (25/04). Inscrições abertas. Maiores Informações. 
Os índios isolados do vale do Javari
Reportagem de Ricardo Beliel.
Em 1996 o sertanista Sydney Possuelo montou e chefiou uma expedição para fazer contato com os índios isolados korubo na área entre os rios Ituí e Itaquaí no Amazonas. Dez anos antes esses índios haviam exterminado todos os membros de uma outra expedição para contatá-los. Com a ajuda de índios matis, mayoruna, kulina, marubo e kanamary a frente de contato fez diversas incursões na floresta para estabelecer um primeiro contato pacífico. Montamos um acampamento próximo à aldeia e o contato acabou acontecendo acidentalmente num clima tenso e perigoso. Dias depois um dos membros da frente, Sobral, foi morto a golpes de borduna pelos korubo.
Saiba mais sobre Ricardo Beliel / Sobras Incompletas









